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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Professora repreende aluna de seis anos que falou sobre Jesus e citou versículo da Bíblia durante aula

Professora repreende aluna de seis anos que falou sobre Jesus e citou versículo da Bíblia durante aula

Publicado por Tiago Chagas em 20 de janeiro de 2014 
Professora repreende aluna de seis anos que falou sobre Jesus e citou versículo da Bíblia durante aula
Uma aluna do Ensino Fundamental foi reprimida por sua professora ao falar sobre Jesus e citar a passagem bíblica de João 3:16 durante uma atividade de Natal. A informação só veio à tona agora, depois que a entidade Defensores da Fé e Liberdade denunciou o ocorrido.
Brynn Williams, 6 anos de idade, frequenta uma escola pública em Temecula, na Califórnia, Estados Unidos, e durante uma atividade de montagem de uma árvore de Natal, ela havia ficado responsável por colocar a estrela no topo.
A menina disse que sua família a havia ensinado que aquele objeto representava a Estrela de Belém, que tinha servido de guia para os três reis magos “encontrarem o menino Jesus, Salvador do mundo”.
Quando Brynn começava a complementar sua explicação citando João 3:16, a professora a interrompeu e mandou-a sentar, dizendo que “não a autorizava falar sobre a Bíblia ou compartilhar seus versos” durante as aulas.
A entidade Defensores da Fé e Liberdade divulgou um comunicado manifestando indignação com o ocorrido, e frisando que os Estados Unidos atravessam uma “epidemia” de intimidação a cristãos nas escolas públicas do país, o que vai na direção contrária à liberdade religiosa e de expressão garantidas na Constituição.
“Espero que a escola assuma o papel de aderir a uma política exemplar para este tipo de abuso que se torna cada vez mais comum aos estudantes que assumem sua religiosidade”, disse Robert Tyler, representante dos Defensores da Fé e Liberdade.
A escola respondeu ao comunicado afirmando que ainda investiga a denúncia e que quer esclarecer os fatos antes de estabelecer as medidas cabíveis ao caso, pois “leva muito a sério qualquer alegação de discriminação”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

PL 122 É EXTINTA "GLORIA A DEUS"

18/12/2013
 às 12:47 \ Gayzismo

Perdeu, Jean

Padre José Eduardo:
 
DEU CERTO! PARABÉNS A VOCÊ QUE ESCREVEU E TELEFONOU AO SENADO!
 
1) PL 122 foi apensado ao Código Penal (portanto, não será votado amanhã, foi extinto).
 
2) PNE foi aprovado sem menção ao gênero e à orientação sexual.
 
3) Código penal foi aprovado, mas mandado para a Comissão de Justiça. Portanto, ainda haverá tempo para se sanarem as questões problemáticas. Todas as menções a gênero e orientação sexual foram removidos do código penal. E, aliás, queriam na última hora incluir direito ao aborto até a 12ª semana, mas a proposta foi rejeitada e prevaleceu a lei de 1940.
 
PARABÉNS A VOCÊ! Parabéns a todos nós!
 
Captura de tela 2013-12-18 às 11.02.08
Jean Wyllys:
 
Lamento profundamente a aprovação, pelo plenário do Senado, nesta terça, 17, do requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) que apensa o PLC 122 ao projeto de reforma do Código Penal. Apesar do pedido de votação nominal feito pelos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), e dos 12 votos contrários, isto não foi suficiente para superar os 29 votos favoráveis – e 2 abstenções. Na prática, isto significa o enterro definitivo de uma luta de 12 anos desde que o PLC 122 começou a tramitar no Congresso.
 
As minhas críticas e questionamentos ao texto do PLC-122 são públicas, mas sempre defendi sua aprovação (mesmo achando que continua sendo necessário um debate mais amplo), porque a derrota desse projeto seria uma vitória do preconceito e dos discursos de ódio. Contudo, infelizmente, o que aconteceu hoje é o final de uma ‘crônica de uma morte anunciada’. Longe de promover um debate sério, o que a bancada governista fez no Senado foi ceder àchantagem dos fundamentalistas, como o governo Dilma tem feito desde o início. Cada novo substitutivo do projeto, cada nova alteração, cada novo adiamento significou um retrocesso. Foi tanto o que cederam (para garantir o ‘direito’ dos fundamentalistas a pregar o ódio) que do PLC-122 original só restava o título. Foi isso que enterraram hoje.
 
Também nesta terça, a comissão especial do Senado que é responsável por elaborar o novo projeto do Código Penal aprovou o relatório do senador Pedro Taques (PDT-MT) que exclui as referências a “gênero”, “identidade de gênero”, “identidade sexual” ou “orientação sexual”, acatando emendas do senador Magno Malta (PR-ES), parlamentar publicamente conhecido por se opor ao reconhecimento da cidadania para a população LGBT.
 
Estamos atentos e alertas para quando o novo projeto do Código Penal chegar à Câmara e nosso mandato já estuda a apresentação de uma proposta mais ampla, que enfrente de maneira sistêmica os crimes discriminatórios e garanta políticas públicas e ferramentas legais de proteção contra todas as formas de discriminação, além de promover a educação para o respeito à diversidade.
 
Jean WYllys PNL
Comento:
 
Há quem acredite em Papai Noel, Batman, Super-Homem, Lula não sabia de nada, que o PNE só queria ensinar às criancinhas a respeitar as diferenças, e que a PL 122 tratava apenas de garantir aos homossexuais a proteção legal contra agressões e discriminações – como se as leis atuais já não a garantissem o bastante -, e não de ruir o edifício legal com leis contraditóriasque se anulam – forçando o juiz a decidir cada caso concreto arbitrariamente, conforme as pressões do momento -, já que nenhum Estado pode proteger por igual a consciência religiosa e o direito de achincalhá-la ou criminalizá-la como “homofóbica”.
 
Há quem acredite, sim, em Jean Wylys, aquele que quer “um debate mais amplo”, “um debate sério”, ao mesmo tempo em que estereotipa seus adversários como fundamentalistas, chantagistas, promotores do discurso do ódio, do preconceito, e até opositores do reconhecimento da “cidadania” para a população LGBT, como se os gays precisassem de alguma nova lei para se tornar cidadãos.
 
Como diz Roger Scruton: “Há duas razões pelas quais as pessoas começam a gritar com os seus adversários: uma é que eles acham que o adversário é tão forte que todas as armas devem ser usadas contra ele; a outra é que eles pensam que a sua própria causa é tão fraca que ela precisa ser fortalecida pelo barulho. Ambos esses motivos podem ser observados nos ateus evangélicos. Eles realmente acreditam que a religião é um perigo, levando as pessoas a excessos de entusiasmo que, pelo fato de serem inspirados por crenças irracionais, não podem ser combatidos por meio de argumentos racionais.”
 
É demais exigir argumentos racionais de um gramsciano confesso como o sr. Jean Wyllys. Ele perdeu essa batalha, mas, sob o pretexto de combater o ódio contra os homossexuais, continuará explorando politicamente o ódio anticristão no grande Lulu do seu movimento gayzista. A quantidade de pessoas que, em função de hashtags como as dele, desmerecem hoje de antemão qualquer opinião de um padre pelo simples fato de ele ser um padre – ainda que ele esteja dizendo que 2 + 2 = 4 – é mesmo uma coisa assombrosa.
 
Como diz Olavo de Carvalho: “É importante lembrar dois detalhes: (1) Essa turma toda foi alfabetizada pelo método socioconstrutivista, gerador de analfabetos funcionais incapazes de avaliar o peso relativo das palavras. (2) Na universidade, teve sua cabeça formada pelo desconstrucionismo, segundo o qual a realidade não existe e pode-se criá-la à vontade pelo uso da linguagem. Quando esses fulanos usam expressões como ‘fanatismo religioso’ ou ‘extremismo’, não se referem a nenhuma realidade, mas simplesmente a uma imagem que desejariam criar e impor. Como, porém, o ser humano não pode viver sem nenhuma referência de realidade, logo esquecem que foi pura invencionice e acabam acreditando no que disseram.”
 
Jean Wyllys deve acreditar no que grita. Felizmente, dessa vez, o Senado preferiu a lógica.
 
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

domingo, 1 de dezembro de 2013

Campo Formoso: Imagens da forte chuva no povoado de Lage dos Negros

Campo Formoso: Imagens da forte chuva no povoado de Lage dos Negros

Publicado em 29 de novembro de 2013 às 10:40h por 

“Eu acordei por volta de 2:30 com o barulho dos trovões e a claridade dos relâmpagos. A chuva foi até mais ou menos a manhã quase toda. Segundo moradores um outro rio que passa por Lage de cima cruzou o centro do povoado por volta de 9 hs da manhã.” relatou Mya Salles moradora de Lage dos Negros.
Confira abaixo as fotos:
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Fotos por: Mya Salles

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Policia mata Pregador Mario Sales

Pastor e cantor evangélicos morrem em operação policial em Feira de Santana

29493-3Foram identificados no Departamento de Polícia Técnica (DPT) os corpos  dos quatros homens que morreram na tarde de ontem (17), na BR-324, durante uma ação policial na divisa entre Feira de Santana e Conceição do Jacuípe:  Gilmário  Sales Lima (Mario Sales), 24 anos, Jeisivam Cristiano Dias Brito, 26, que morava na Rua Augusto dos Anjos, no bairro Rua Nova e  Enderson Almeida Souza Matos, 23 anos, o Rabicó, que morava no conjunto Feira IX. O quarto homem foi identidicado apenas como Fábio, e conhecido como Fabinho.
A polícia, que investiga uma quadrilha de roubo de carros, recebeu uma denúncia anônima e localizou os suspeitos na rodovia. Ao fazer o cerco, segundo o delegado Jean Souza, titular da Delegacia de Repressão a Roubos de Cargas (Decarga), os homens atiraram e os policiais revidaram.
De acordo com a polícia, os homens estavam armados em dois veículos, um Peugeot vermelho, placa OLD – 8292, licença de Tucano e um Punto branco, placa NZP- 3230, licença de Cruz das Almas. “Eles iniciaram a troca de tiros. Não foi intenção da polícia feri-los, mas eles tiveram que salvar suas vidas e revidaram os disparos”, disse o delegado.
Segundo informações, duas das vítimas mortas no confronto não seriam integrantes da quadrilha, Gilmário Sales Lima, 24 anos é um pastor e pregador conceituado no meio evangélico de Feira de Santana, já a segunda vítima, Jeisivam Dias, é um cantor gospel. De acordo com amigos e familiares das vítimas, os dois estavam indo para um culto evangélico no momento em que foram abordados por bandidos, com a chegada da polícia ficaram no meio do fogo cruzado.
A ação do Serviço de Investigação da Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos  (DRFR), sob o comando dos delegados Ricardo Brito e André Ribeiro, teve o apoio de policiais civis da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias e de policiais militares do Tático Móvel.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes no Brasil


rubens
I – A “miscigenação religiosa”, o Estado, a OAB e o desrespeito ao sentimento religioso
Cristãos e outros religiosos de um modo geral convivem pacificamente na sociedade brasileira há muito tempo. As pessoas podem migrar de uma religião para outra, ou para nenhuma delas, sem que isso produza significativas tensões sociais. Em muitas famílias há pessoas de várias religiões, ou sem religião. No artigo “Seria o Estado laico um Estado vadio?” (disponível em: http://colunas.gospelmais.com.br/seria-o-estado-laico-um-estado-vadio_5766.html), questiono as responsabilidades do Estado, através das instituições públicas, no sentido de garantir os direitos individuais, dentre eles o direito à liberdade religiosa. Defendo que o ativismo é legítimo, mas não é salvo conduto para o cometimento de crimes. O caput do art. 208 do Código Penal tipifica como crime “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.
Na nota de repúdio que a OAB emitiu, criticando as ações dos agentes públicos com relação à conduta deles ao prenderem as moças que se posicionaram em local de destaque, durante um culto, para se beijarem na boca de forma exagerada, a instituição declarou que: “E intolerável é o abuso de poder das autoridades policiais que cercaram, arrastaram e algemaram as jovens que se manifestavam contra o parlamentar, e que de modo algum podem ter sua conduta entendida como ofensa ao sentimento religioso, revelando-se totalmente descabida a tentativa de punir as manifestantes com base no art. 208 do Código Penal.”.
O crime em questão é contra o sentimento religioso, não compartilhado pela OAB. Se avaliada neste aspecto, as posições da instituição aproximam-se mais da anticristã na defesa de temas controvertidos relacionados à vida e à família. Ou seja, a OAB tem lado oposto ao que os cristãos defendem em vários aspectos, portanto não é voz isenta e moderada nestes temas. Não faz sentido deixar a raposa tomar conta do galinheiro. A OAB, além de não ter estado presente ao evento, tem procurado minimizar as agressões que se fazem contra cristãos, como neste episódio, o que pode servir de encorajamento para que outras pessoas tomem a mesma atitude desrespeitosa contra os religiosos.
Esta postura da OAB, que despreza a lei e o sentimento religioso alheio, minimizando o reprovável desrespeito àquele culto, contribui para que manifestações desta natureza se repitam. Este ‘aval’ da Ordem pode incentivar uma onda de crimes contra o sentimento religioso no país, não praticados por LGBTS, mas por ativistas violentos que queiram dar vazão aos seus instintos primitivos e se sustentem na posição distorcida da OAB para isso.
Ressalto que, em outras oportunidades, já me manifestei publicamente afirmando que a Ordem dos Advogados do Brasil produz vítimas em série no nosso país, violando direitos humanos de diversas maneiras. Além de outras formas silenciosas de produzir vítimas, tem o holocausto chamado de Exame da OAB. Esta prova, que fiz e fui aprovado antes mesmo de terminar o curso de Direito, é tão reprovável em vários aspectos que me permitiu elaborar uma carta de 50 páginas cujas mais altas autoridades do país tiveram acesso. Aos que tiverem curiosidade de conhecê-la, está disponível no link: http://www.rubensteixeira.com.br/site/wp-content/uploads/2012/07/CARTA-AO-CN-PELA-APROVAÇÃO-DO-PLS-43-2009-E-PELO-FIM-DO-EXAME-DA-OAB-25-08-13.pdf
Recentemente, foi criada uma página no Facebook para reunir pessoas que se sentem vitimadas pela OAB e milhares de pessoas já a curtiram: https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab. Portanto, é bastante temerário acolher, sem uma profunda reflexão, brados da OAB em defesa de determinados temas, pois não é prudente ouvir a voz de quem viola direitos humanos em todo território nacional, usando argumentos que maculam a palavra justiça, mas foge do debate nestes temas quando é instada a falar sobre a prova que aplica, sobre os recursos envolvidos nela e o cerceamento que faz ao ingresso de novos profissionais no mercado.
Destaco que a OAB não representa o sentimento e a dignidade de muitos advogados, pois contraria àqueles que discordam dessas posturas ditatoriais e desrespeitosas apresentadas. A advocacia é uma belíssima profissão, mas a Ordem usa estes profissionais como “escudo humano” para defender interesses políticos, contrariando o pensamento de uma multidão de seus membros que já me confessaram discordar das manobras desta entidade. Esta instituição vive de uma reputação construída por grandes vultos do Direito no passado e tem sua reputação futura posta em xeque por posturas como estas.
II – O que todos os cidadãos, inclusive os LGBTS, querem e precisam
Definitivamente, as pessoas, sejam elas quem forem, precisam ser amadas e respeitadas. A maior fonte de preconceito no Brasil e no mundo é a pobreza e a miséria, onde as pessoas têm seus direitos mais vulnerabilizados. Por tratarem-se de consumidores “pouco atraentes”, os descamisados, embora numerosos, não são o foco principal da OAB e de boa parte das instituições que gostam de fazer marketing em cima da miséria alheia, esperando retorno comercial ou político para as suas imagens. Os homossexuais e outros grupos, além de serem discriminados, também são “usados” politicamente. Muitos foram desrespeitados na infância ou mesmo sofredores por outras razões, inclusive pelo preconceito. Não são essas pessoas que atacam os cultos cristãos, mas sim os oportunistas que querem fazer o seu nome ou de suas instituições usando a boa fé, o sofrimento e a fragilidade de pessoas que precisam ser ajudadas.
Os homossexuais, em sua maioria, como os demais cidadãos, não querem problemas, desejam viver em paz e detestam a exagerada exposição que fazem deles. A OAB precisa parar de vitimar pessoas em todo país com sua truculência, elitismo, obscurantismo e respeitar tanto os religiosos, das diversas matizes, quanto pessoas sem religião, ao invés de ficar incentivando o cometimento do tipo penal do artigo 208, ao querer anular a lei e dar permissividade para desrespeitarem cultos. A Ordem não deveria fechar os olhos também para o artigo 287 do Código Penal que diz em seu caput ser crime: “Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”. A lei tem efeito erga omnes (contra todos).
Do contrário, estará fazendo outras vítimas, pessoas de boa fé insufladas pelos que querem burlar o debate democrático e impor valores contrários à vida e à família em nosso país. Exemplo disso é parte do Estatuto da Diversidade Sexual, elaborado com a participação da OAB, e outros documentos que, a título de defender minorias, inserem propostas que muitos defendem para os filhos dos outros, mas não querem para os seus.
Conclusão
Os religiosos, ou não, podem e devem ajudar todas as pessoas, inclusive os homossexuais que os procurarem. Todos os seres humanos, homossexuais ou não, precisam ser amados e ajudados em suas amarguras. A OAB também deveria fazer isso, evitando produzir vítimas enquanto faz promoção própria em cima da tragédia alheia, sem oferecer ajudas objetivas aos que sofrem, como o fez na citação que encerra a sua nota: “e expressar o compromisso inarredável da Ordem com a luta pela promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis, e com a preservação do Estado democrático de direito e das liberdades constitucionais”. Todos os cidadãos, especialmente os que sofrem, precisam ser amados, como Jesus ensinou, e não explorados e usados por pessoas e instituições que querem aparecer como referencial de justiça, sem produzir frutos condizentes. Se não for assim, mais pessoas se sentirão como essas: https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab.
Por Rubens Teixeira
* Rubens Teixeira é doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), Formado em Direito (UFRJ), aprovado para a OAB/RJ, bacharel em Ciências Militares (AMAN),  professor, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, dos Juristas de Cristo e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Em noite de heavy metal, Rock in Rio tem até invocação satânica

O papa Francisco esteve no Rio de Janeiro em maio para a Jornada Mundial da Juventude. Em setembro, foi a vez de Papa Emeritus 2, vocalista da banda de heavy metal Ghost BC [Fantasmas antes de Cristo]. Ele veio acompanhado de músicos encapuzados e mascarados, que formam a banda.
A plateia do show fazia os tradicionais “chifrinhos” com as mãos.  Com um visual e letras carregadas de escárnio à igreja cristã, o grupo sueco se apresentou nesta quinta (19), o quarto dia de festival e o primeiro dedicado ao heavy metal.
O Ghost BC só toca músicas marcadas por um tom macabro. Para eles cada show é uma “missa negra”. A verdadeira face dos seus integrantes é desconhecida. Apenas o vocalista tem nome, os demais integrantes são chamados de “ghouls”, ou morto-vivo em tradução livre. A maquiagem carregada dá um aspecto sombrio enquanto ele mostrava cruzes invertidas e invocava o demônio sobre a cidade. As letras aludem ao satanismo, catolicismo e entidades como zumbis. Muitos dos presentes usavam camisetas e até fantasias com os temas prediletos da banda.
Uma das músicas cantadas foi “Depth Of Satan’s Eyes”, que diz “Ao flamejante olhar/À luz ardente/Dos raios de satanás/À fonte de sabedoria/Além do que a Bíblia afirma/À profundidade sem fim/Dos olhos de Satanás/ Seus olhos são cativantes/Seus olhos como um redemoinho/Um poço no qual você está caindo"
 Muitos que estavam na Cidade do Rock já haviam visto a apresentação anterior, do grupo brasileiro Sepultura, que no início da carreira também usava imagens demoníacas. No palco Sunset, Rob Zombie apresentou-se com seu som pesado e letras cheias de referências ao horror e a demônios. A grande atração da noite é o Metallica, que também toca música com temas anticristãos. 
Com informações do UOL.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Danilo Gentili destila preconceito contra o Nordeste e Cuba

Danilo Gentili destila preconceito contra o Nordeste e Cuba

Para o “humorista” Danilo Gentili, o Nordeste é um lugar sem energia elétrica, sem água e sem comida. E papel higiênico – sugeriu o “intelectual” Roger (ex-Ultraje a Rigor) – também é uma preocupação da população nordestina.
Segundo Gentili, os médicos cubanos que vão trabalhar no Nordeste, através do programa Mais Médicos, “estão se sentindo em casa”.
Tudo isso  dito em pouco mais de 30 segundos e com ar de seriedade. Isto é, de piada pretensamente engraçada – piada que não se pretende engraçada não se leva a sério.
Danilo Gentile e Roger: uma dupla perfeita!
Utilizando preconceitos que nos anos 1960 já seriam considerados ofensivos, por debocharem da miséria humana e do sofrimento de milhões de pessoas, hoje, diante de uma realidade completamente distinta, que não guarda qualquer afinidade com a piada, Danilo Gentili soa não apenas como um dos incontáveis imbecis que habitam cidades do Sul e Sudeste.
Ele soa como alguém cujo “talento” depende da existência de imbecis como ele para se alimentarem continuamente do preconceito, da discriminação e da ignorância.
Nenhuma raiva do Gentili. Apenas asco – como tenho de qualquer pessoa preconceituosa e racista – e tristeza por constatar que ainda há muita gente que se identifica com esse tipo de “humor”.
E o Roger… ahh, o Roger… desse eu só tenho pena…
PS: O primeiro comentário no post me chama de “politicamente correto”. Bem, ”politicamente correto” é um termo criado por trogloditas pra justificar sua imbecilidade e pra desqualificar quem não aceita seus preconceitos. Não sou “politicamente correto” porque não tenho pretensão de ser “correto”, muito menos “moralmente correto”. Mas acho preconceito de qualquer espécie uma coisa de gente atrasada, que não saiu da Idade Média na escala de evolução humana.
Danilo Gentili (Foto: Julia Chequer/R7)
Danilo Gentili (Foto: Julia Chequer/R7)