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quarta-feira, 13 de junho de 2012

'Partícula de Deus' está próxima de descoberta, dizem físicos

Robert Evans
Em Genebra

Atualizado em: 12/06/2012 - 17h14
Físicos que investigam a composição do universo anunciaram nesta terça-feira (12) que estão se aproximando do bóson de Higgs, misteriosa partícula que supostamente foi decisiva para transformar os detritos do Big Bang em estrelas, planetas e, finalmente, vida.
Os pesquisadores da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) estão usando o Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo, para tentar provar que o misterioso bóson de fato existe.
Vasculhando enormes volumes de dados, os físicos do Cern estão confiantes de estarem chegando mais perto do seu objetivo, segundo cientistas de fora do centro, mas com vínculos a duas equipes que trabalham na instalação suíça.
"Eles estão bem animados", disse um desses cientistas à Reuters, pedindo anonimato.
Fortes sinais do bóson estão sendo vistos no mesmo intervalo energético onde se achou no ano passado que a partícula tivesse sido detectada, acrescentaram os cientistas. A partícula é tão efêmera que só pode ser detectada pelos traços que deixa.
O Grande Colisor de Hádrons, estrutura subterrânea sob a fronteira franco-suíça, replica as condições do Big Bang, explosão primordial que teria dado origem ao universo.
O bóson deve seu nome ao britânico Peter Higgs, que fez em 1964 a primeira descrição detalhada dessa que seria a última peça faltante no chamado Modelo Padrão do funcionamento do universo.
Sua descoberta formal, quando referendada pela comunidade científica, quase certamente garantiria o Nobel a Higgs, que tem 83 anos e está aposentado. Pelo menos um físico europeu e um norte-americano também devem ser reconhecidos pelo Nobel.
Há expectativa de que um anúncio sobre a descoberta possa ser feito numa importante conferência em meados de julho na Austrália.
Isso depende, no entanto, de uma análise minuciosa de mais de 300 trilhões de colisões de prótons no LHC desde o começo do ano, e o Cern não confirmou se está mesmo perto de encerrar sua busca pelo bóson.
Pelo modelo teórico, o bóson de Higgs e o campo energético a ele associado foram responsáveis por conferir massa à matéria depois do Big Bang, 13,7 bilhões de anos atrás.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O emocionante testemunho de uma mãe da Eritréia

O emocionante testemunho de uma mãe da Eritréia

Em 2007, Portas Abertas recebeu uma resposta surpreendente de colaboradores na campanha de cartas para ‘Hadas’ após a prisão de seu esposo, Pastor Tesfatsion Hagos, na Eritreia. É com alegria que compartilhamos a história de Hadas (que será chamada por seu nome verdadeiro, Zípora), sua família e o que ocorreu em seguida

Em janeiro de 1998, o Pastor Tesfatsion Hagos deixou seu lar na Eritreia para uma viagem missionária de três meses. Seu coração estava pesaroso quando disse adeus às suas três filhas pequenas, mas ele e sua esposa, Zípora, tinham orado pela direção de Deus em suas vidas e obtiveram resposta. Ele deveria ir à Eritreia para fazer a obra de Deus imbuído da promessa de que muitas pessoas viriam a conhecer o Senhor sob sua orientação. Além disso, uma ausência de três meses não seria muito para Zípora cuidar sozinha das meninas enquanto seu marido estivesse fora. O casal acreditava que, em tudo, Deus havia traçado um caminho em suas vidas e por isso respondera-lhes a oração.
Enquanto dava adeus, o Pastor Tesfatsion não sabia que levaria mais 14 anos até que pudesse se reunir novamente à sua esposa e filhas, uma na idade de quatro anos, e a outra com um ano e três meses. E, que da próxima vez, eles se encontrariam do outro lado do mundo.
A relação entre as vizinhas Etiópia e Eritreia tem sido desgastada há décadas, com a Guerra Civil Etíope, a Guerra de Independência Eritreia e os conflitos sobre localização de fronteiras estando entre os agravos entre os dois países. No início de 1998, quando o Pastor Tesfatsion saiu para sua viagem missionária, havia poucos indícios de tensões vindouras. Até maio daquele ano, entretanto, toda a região entrou num impasse, com eritreus deportados da Etiópia e muitos etíopes expulsos da Eritreia, enquanto disputas armadas irromperam no vilarejo de Badme, na fronteira. Em meio à escalada, muitos expatriados de ambos os países ficaram presos no lado errado da luta e o Pastor Tesfatsion estava entre eles. Com Zípora tentando sem sucesso atravessar a fronteira da Etiópia, Tesfatsion fez a única coisa que poderia fazer: continuou a construir a igreja de Deus na Eritreia.
Em maio de 2004, Tesfatsion estava liderando uma grande congregação na Igreja Evangélica Rema, em Asmara, a despeito da repressão do governo sobre a Igreja Ortodoxa dois anos antes. Mas, no fim daquele mês, ele e outros líderes proeminentes e cristãos da igreja eritreia, foram presos. A prisão não foi um evento isolado; cristãos estavam enfrentando perseguição no país há vários anos e aqueles que haviam sido escolhidos ou forçados a permanecer em 2002, viviam sob constante perigo de prisão e assédio. Nos anos seguintes, mais de 15 cristãos conhecidos morreriam no sistema de prisão eritreu de tortura, por falta de cuidados médicos, de condições gerais nas prisões e por serem fuzilados enquanto tentavam fugir.
Mas, de volta à Etiópia em 2004, Zípora pouco podia fazer a não ser orar. Nos próximos seis anos, ela não saberia se seu esposo estava detido ou se estava vivo. Quando ela o rastreou pela primeira vez, com a ajuda de alguns policiais cristãos que trabalhavam para a ONU, Zípora conseguiu enviar uma foto e alguns pijamas com versículos bíblicos e um simples recado escrito à caneta: “Estamos ok, estamos bem, continue forte”, que foram escondidos no forro. Dentro da prisão, onde a comunicação com o mundo externo era proibida e os prisioneiros tinham apenas 15 minutos de banho de sol por dia, seu esposo encontrou mais tarde, alegremente, as palavras escondidas e as acrescentou às coisas que o ajudaram a enfrentar com coragem cada dia. Por vários anos, ele compartilhou o confinamento com outros pastores, passando com eles muitas horas de trevas, onde suportavam uns aos outros, oravam e até mesmo permitiam-se momentos de risadas, a despeito da situação desesperadora.
No mundo exterior, Zípora lutava para lidar com isso. Espiritualmente, ela confiava na mão de Deus em sua vida, mas algumas preocupações financeiras começaram a se acercar não muito depois de seu marido ter sido preso. Ela havia estado preocupada há vários anos sobre como iria arcar com a educação das meninas, mas foi “pela graça de Deus” que teve a visita “milagrosa” do obreiro de Portas Abertas, Irmão Baruti, em 2007.
“Ele disse: ‘Não posso ajudar o Pastor Tesfatsion, mas estou aqui para ajudar sua família. O que você precisa?’”, disse Zípora. “Ele me disse que Portas Abertas proveria os gastos com a escola. Foi assim que Deus me ajudou. Fiquei tão surpresa. Foi como se um anjo tivesse vindo à minha casa, exatamente assim!”.
As Cartas
Uma campanha de cartas naquele mesmo ano apresentou a história da família do Pastor Tesfatsion aos colaboradores de Portas Abertas, e Zípora e as meninas foram inundadas por cartões e cartas cheios de versículos bíblicos e mensagens de encorajamento. Foi uma lição, diz Zípora, de “quanto você pode amar Jesus”. A despeito do estresse e preocupação dos últimos nove anos, ela sentiu sua determinação fortalecida graças, em parte, à assistência financeira de Portas Abertas e orações de apoio de cada canto do globo terrestre.
“Eu recebi muitos cartões do mundo inteiro!”, disse ela ofegante, o deslumbramento ainda claro em sua voz após cinco anos. “Fiquei tão entusiasmada e feliz, digo toda hora ‘graças a Deus’, porque não estou só. Tenho tantas pessoas ao redor do mundo orando por mim e por minha família. ‘Sou uma sortuda...Deus, obrigada por isso’, toda hora”.
“As orações me ajudaram, me fortaleceram. Não sei como poderia ter sobrevivido àquela vida difícil, mas eu consegui e agora estou aqui. As orações dos cristãos me ajudaram muito. Muito obrigado. Deus os abençoe, eu digo!”.
Ainda que muitos de seus contemporâneos tenham permanecido presos, o Pastor Tesfatsion foi solto em 2010, porém em prisão domiciliar. Dentro de um ano, ele tinha sido contrabandeado para fora do país por colaboradores cristãos. Portas Abertas pôde ajudá-lo com acomodação e custos médicos. Zípora, enquanto isso, tinha sido financiada e recebeu um visto para se mudar com suas filhas para a Austrália, em 2009, iniciando rapidamente o processo de requerimento para seu esposo.
A despeito das dificuldades de reassentamento em um novo país, muito distante de seu lar africano, Zípora e as meninas continuaram a depender do Senhor, envolvendo-se com a comunidade etíope local e fazendo seu primeiro e precioso contato com o Pastor Tesfatsion, após mais de uma década separados, via Skype. Em 2011, Zípora enviou duas das meninas para o Quênia para se reunirem com um pai que elas mal conheciam e também tiveram um reencontro surpreendente com Portas Abertas.
Tendo perdido o contato com a história de Zípora quando ela saiu da Etiópia, Portas Abertas Austrália estava fazendo uma turnê com a cantora evangélica eritreia Helen Berhane, quando um de seus obreiros ficou curioso sobre as três jovens que entoavam cânticos com Helen e faziam traduções para ela durante as reuniões da igreja em Perth. Dada a grande comoção dos colaboradores de Portas Abertas pela campanha de cartas de 2007, não demorou muito para nosso obreiro descobrir quem eram as jovens bonitas e sua mãe! E foi assim que Portas Abertas Austrália estava novamente em contato com Zípora, ansiando por ouvir boas novas sobre a volta do Pastor Tesfatsion, em cuja igreja Helen tinha sido líder de louvor antes de enfrentar sua própria provação em uma prisão na Eritreia em 2004.
Felizmente, a espera não era para ser mais longa. Em 18 de janeiro de 2012, o Pastor Tesfatsion Hagos finalmente chegou em Perth para começar uma vida nova na Austrália. Pela primeira vez, desde maio de 1998, ele se reunia com sua família inteira: a esposa Zípora e as três jovens que ele deixara quando eram meninas. Três meses tinham se transformado em 14 anos, mas através de tudo isso, o pastor e sua esposa aprenderam e se lembraram de uma coisa muito importante.
“Oh, diz Zípora, dando um longo suspiro. “Que Deus é fiel, aprendi que Deus é fiel! Vi meu Deus em cada um dos meus passos. Eu O vi ajudar minhas filhas a crescer. É tão difícil quando se está só, mas eu vi Deus como Pai em minha casa. Ele manteve minhas meninas tão disciplinadas, tão tudo! Vi a mão do meu Deus me ajudando. Vi meu Deus me encorajar, ter paciência comigo... algumas vezes, quando meu coração desfalecia, Ele me encorajava. Vi a fidelidade do meu Deus. Agradeço a Deus por tudo o que vejo acontecer em minha vida”.
Como sequela do tempo na prisão, o Pastor Tesfatsion continua a ter problemas de saúde, particularmente com o seu único rim, mas Zípora, em seu jeito humilde, insiste: “ele está bem, todos estamos bem”. As meninas continuam a cantar, participando do louvor em uma igreja próxima. Feven, de 18 anos, conhecida pelos colaboradores como Azeb, começou seus estudos de medicina na universidade, enquanto Bruktawit (Sada), de 15 anos, espera seguir a carreira de contadora e a ‘bebê’ Lidiya (Miniya), agora com 14 anos, planeja ser médica. A própria Zípora fez um curso técnico e agora trabalha em um local de cuidados com idosos.
Na Eritreia, a igreja do Pastor Tesfatsion fechou há muito tempo e os cristãos se juntaram a muitos outros que cultuam clandestinamente. A Eritreia está na 11ª posição na Lista de Perseguição e um documento recente revelado pelo Wikileaks mostrou que o governo planeja eliminar completamente a liderança das igrejas evangélicas.
Caso a paz seja verdadeiramente alcançada na Eritreia, Zípora espera que ela e sua família possam um dia voltar para o lar na Etiópia, onde permanecem seus parentes e sua igreja. Mas, até então, o Pastor Tesfatsion (que já está tendo aulas de inglês e planeja frequentar um seminário bíblico) e sua família continuam a aceitar que o caminho de Deus é o seu caminho, não importa aonde os conduza.
“A Austrália é um bom país. Ainda assim, penso que Deus nos enviou para o seu propósito, sua obra. E continuamos a obra de Deus, essa é a nossa vida, esse é nosso sacrifício”, diz Zípora. “Oramos pedindo a direção de Deus e como continuar Sua obra na Austrália. Sim, precisamos esperar Deus abrir a porta. E se for a porta aberta de Deus, nós conseguimos!”.
Mensagem para outros que enfrentam perseguição
“Deus é fiel”, diz Zípora. “Seja paciente. Ore. Busque a face de Deus. Deus virá um dia! Nosso Deus é fiel. Eu vi meu Deus em tudo em minha vida. Deus é bom. Seja forte. Deus virá um dia e resolverá tudo. Tudo tem seu tempo. É um desafio. E, quando Deus chega em nossas vidas, toda a aflição termina”.
FontePortas Abertas
TraduçãoMarcelo Peixoto

Cristãos indianos perseveram na fé


Cristãos indianos perseveram na fé

O som de celebração reverberou pelos dois vilarejos até as montanhas de Kandhamal, no estado de Orissa, na Índia.

Era um dia frio de inverno, em dezembro passado, mas os cristãos estavam adorando com danças e canções em Oriya e Kui, línguas nativas tribais. Mulheres e crianças sorridentes balançavam folhas de árvores, mexendo-se ao som alto da batida do tambor. Sua alegria se derramava, enquanto eles se regozijavam por terem suas próprias casas novamente, construídas com a ajuda de Portas Abertas e, agora, sendo consagradas para a glória de Deus.
Mas, há apenas dois anos, os cristãos dos vilarejos de Badabanga e Bandabaju mal podiam articular seu desespero.
Localizadas no interior atingido de Kandhamal, as duas comunidades cristãs estavam desabrigadas desde que extremistas hindus irromperam em violência em agosto de 2008, matando 120 cristãos, destruindo centenas de igrejas e derrubando 6 mil casas na região. Cerca de 52 mil cristãos ficaram desalojados em Orissa.
Expulsos de seus vilarejos, os cristãos sobreviventes foram avisados que somente teriam permissão para voltar se renunciassem sua fé em Cristo. Então, escolheram permanecer fora de seus vilarejos, construindo abrigos para si com galhos, folhas de plástico rasgado ou tijolos de barro bruto.
Durante meses, esses cristãos sem terra não tiveram nenhuma fonte de renda. Os negociantes hindus não os empregavam mais como diaristas para cortar pedras. As mulheres foram banidas das florestas, onde sempre tinham estado, juntando folhas para fazer pratos de folhas e vendê-los. Pais temerosos não ousavam mais enviar seus filhos para a escola, onde eram firmemente discriminados pelos colegas hindus.
O auxílio da Portas Abertas
Quando a Portas Abertas inspecionou as duas comunidades, estava claro que esses cristãos precisavam não apenas de ajuda humanitária, mas de reabilitação prática. “Eles precisavam ser capacitados, não alimentados, de forma a recuperar sua dignidade e sua vida”, explicou um obreiro de campo da Portas Abertas. Poucas organizações cristãs estavam dispostas a trabalhar na região montanhosa de Kandhamal, onde guerrilheiros maoístas são uma ameaça constante.
Para iniciar o processo de capacitação, a Portas Abertas introduziu grupos celulares em ambas as comunidades. Conduzido por moradores dos vilarejos, mas assistido por um guia e orientador de Portas Abertas, os grupos celulares se reuniam semanalmente para estudo bíblico, mas também organizavam múltiplas atividades voltadas para o desenvolvimento urgente e necessário da comunidade local.
A maioria dos adultos não sabia ler nem escrever. Então, iniciou-se um projeto de alfabetização adulta para ajudar a resgatá-los da pobreza. Ao mesmo tempo, foram abertas escolas-pontes* para seus filhos, protegendo-os da forte discriminação que enfrentavam nas escolas locais. De forma significativa, as crianças hindus logo superaram em número os alunos cristãos, dando oportunidade a crianças de ambas as origens de ouvir histórias do Evangelho e mensagens cristãs em um ambiente positivo.
Um projeto de habitação permitiu que todos os que tinham perdido suas posses construissem novas casas. Uma viúva idosa, em Badabanga, estabeleceu o exemplo ao doar seu terreno para assentar todas as famílias cristãs expulsas de seus vilarejos. A despeito de suas próprias perdas, seus filhos concordaram em sacrificar sua herança, compartilhando sua propriedade com seus irmãos e irmãs em Cristo.
Todos os membros dos grupos celulares foram encorajados a economizar seus ganhos, ajudando-os a abrir contas bancárias para iniciar pequenas bases monetárias. Almoços comunitários foram organizados periodicamente para prover oportunidades de comunhão e compartilhamento.
Um fornecimento de cobertores ajudou os cristãos desalojados a suportarem o frio do inverno das montanhas e, Portas Abertas, também distribuiu bicicletas para facilitar o ministério de pastores e evangelistas locais.
“Eu creio que um dia, nosso vilarejo será definitivamente um modelo para os outros!”, disse Sunil Nayak, de Bandabaju. Após perder tudo e lutar para sobreviver, ele e sua família tinham vivido sob uma cobertura de plástico. “Durante o verão, sentíamos o calor escaldante nos fazendo derreter. Na estação das chuvas, a água jorrava para dentro e, algumas vezes, o vento levava nosso abrigo para longe. No inverno, nós tremíamos enquanto dormíamos no chão”.
“Mas agora minha família pode permanecer junta e ser protegida do calor, da chuva e do frio. É difícil acreditar que tenho minha própria casa! Agradeço a Deus por enviar a Portas Abertas para o meu vilarejo”.
“Estava além de minha imaginação que eu pudesse ter uma bela casa para minha família”, disse Balma Digal, uma viúva com três filhos e uma sogra de 70 anos para cuidar. Após perder tudo na violência de 2008, ela e sua família se esconderam na mata para não serem mortos e, então, viveram em vários campos de refugiados por quase dois anos. Após se juntar à célula de seu vilarejo, Balma disse: “Nosso Deus é tão maravilhoso.
Aqui estou eu nutrida espiritualmente e tendo boa comunhão com outros cristãos. Sou muito grata a Deus e a Portas Abertas pelo seu cuidado especial para conosco”.
Através de várias iniciativas de Portas Abertas, Balma aprendeu a ler e a escrever, seus filhos entraram na escola-ponte para continuar seus estudos e, agora, tem sua própria casa.
Quando Godabori Pradhan voltou a Badaganga, morou fora do vilarejo em uma casa improvisada por mais de dois anos. “O que chamamos de casa é apenas palha coberta com folhas de plástico”, disse ele. “Não possuímos nenhuma fonte de ganho, exceto pela venda de madeira e corte de pedras”.
Durante a violência, Godabori perdeu seus animais domésticos, sua única fonte de renda. Desesperado de que nunca mais conseguiria ter um par de bois novamente, agora ele diz: “Deus tinha um grande plano para nós por trás de todos esses problemas e sofrimentos.
Através de Portas Abertas, Ele me deu um par de bois! Deus é capaz de fazer qualquer coisa em nossa vida, se crermos nEle”.
*As escolas desses vilarejos não fornecem ensino de qualidade. A escola-ponte que a Portas Abertas abriu age como uma ponte entre a escola regular e os alunos. As aulas são dadas em um local comum (escolhido) cada dia após a escola regular e os alunos revisam o que lá foi ensinado. A escola-ponte fornece ensino de boa qualidade e atenção pessoal às crianças. Não apenas os pais cristãos, mas os pais hindus também vieram pedir permissão à Portas Abertas para colocarem seus filhos nas escolas-pontes. E agora as crianças hindus superam em número as cristãs. Recentemente, a comunidade hindu pediu à Portas Abertas para abrir uma escola-ponte dentro de seu vilarejo, oferecendo o espaço do Centro Comunitário. A escola-ponte tem sido um salto gigantesco em direção à reconciliação.
FontePortas Abertas
TraduçãoGetúlio Cidade

MENSAGEM " O ÉGUA"

 
Introdução:
 Em todo lugar e em todo tempo sempre houve todo tipo de crente. Mais certamente ninguem ousou falar destes crentes de forma tão clara e objetiva como nesta revelção profunda deste pregador. trata-se de certo convertido que no calor do primeiro "romance" logo após sua decisão em estar congregando em uma igreja de sua escolha, compra um terno, uma biblia - daquelas que pesa quase dois quilos-, um belo sapato de verniz e uma gravata. Depois de dois anos, todos os dias, indo com estes trajes para a igreja, ele decide então ao perceber que ninguem lhe notava, pois nunca havia recebido uma oportunidade, ir ao culto destrabelhado: camisa aberta quase ao umbigo, calças jeans, chinelos de dedo e sem biblia, senta-se no final da igreja de modo bem escangaiado - "este é meu ultimo culto nesta igreja" ele pensa - o Pr ao notar que aquele sempre bem trajado crente, estava estranho naquele dia, decide lhe dar a oportunidade... é aqui que entra nossa mensagem baseada na fala deste pregador.
ele se levanta sem biblia, mal trajado para um culto, e depois de saudar a todos começa dando o tema da mensagem  - VOU PREGAR HOJE SOBRE "O ÉGUA"
esta mensagem esta dividida em tres tópicos:
I - O ÉGUA.
II - O PAI D'ÉGUA.
III - O FILHO D'UMA ÉGUA.
I - O ÉGUA- é o crente logo depois de sua decisão compra um terno, uma gravata, um sapato novo, uma biblia quase gigante, e todos os cultos usa este uniforme esperando ser notado e receber uma oportunidade. Mas, para sua tristeza não recebe.
II - O PAI D'ÉGUA - é o crente que depois de dois anos trajando-se assim, decide dar um adeus à igreja onde congrega e vai ao seu ultimo culto todo mal arrumado e, para sua surpresa recebe oportunidade e ainda vem à frente, sem biblia, para falar.
 
III - O FILHO D'UMA ÉGUA - é este PASTOR, que passa dois anos vendo este crente arrumado e pronto para uma oportunidade e não lhe dá, deixa para dar-lhe justamente no dia que ele não está preparado para oportunidade. AMEM>
agradeço pela oportunidade.

domingo, 10 de junho de 2012

Evangélicos protestam contra estereótipos veiculados em novelas da Globo

Evangélicos protestam contra estereótipos veiculados em novelas da Globo


A Globo é acusada de denegrir a imagem dos evangélicos com a cena da novela "Avenida Brasil" onde uma personagem evangélica tirou a roupa e teve relações sexuais com o ex-marido sob a frase “tá amarrado!”

Evangélicos protestam contra a estereotipização dos evangélicos nas novelas da Globo. Para eles, a novela Avenida Brasil da TV Globo mostrou uma cena em que denegriu a imagem dos cristãos através de uma cena do capítulo no dia 30 de junho em que uma personagem evangélica, ex-atriz pornô, Dolores tirou a roupa e teve relações sexuais com o ex-marido sob a frase “tá amarrado!”.

A cena chocou muitos evangélicos que foram às redes sociais para protestar contra a estigmatização e o desrespeito à imagem dos cristãos. A psicóloga evangélica Marisa Lobo, em entrevista ao site Gospel Voice, afirmou que a Globo “mostra uma caracterização fora da realidade, que ridiculariza a fé dos cristãos sem qualquer conhecimento de causa ou preocupação em ofender uma grande parcela da população brasileira”.

Para a psicóloga, a Globo tenta, de maneira anti-ética, induzir a um conceito errôneo sobre a fé evangélica”.

Marisa incentivou via Twitter que os os cristãos protestassem contra a ridicularização da mulher cristã evangélica enviando mensagens à TV Globo.

Ela lembra ainda que é comum a caracterização dos personagens homossexuais como tendo boa índole, em contraposição aos “crentes preconceituosos e retrógrados”. “Eles não percebem, mas acabam colocando com isso um grupo contra o outro”, aponta Marisa.

Estereótipos

Os meios de comunicação frequentemente transmitem uma imagem estereotipada daquilo que de fato sejam os evangélicos, na visão de Renato Vargens, pastor da Igreja Cristã da Aliança em Niterói.

Para ele, as novelas levam conteúdo relacionado à promiscuidade e imoralidade sexual, além de veicular cenas de violência e barbárie. “Não é de hoje que elas deixaram de ser um simples passatempo, para tornar-se um veículo destrutivo da moral e da decência”, diz Vargens, reconhecendo porém que eventualmente a teledramaturgia contribui para a discussão e crítica social.

Festival Promessas
Apesar das acusações de fazer estereotipização dos evangélicos na TV, a Globo vem utilizando cantores gospel em programas musicais.

O Festival Promessas, exibido como especial de final de ano em 2011 foi um sucesso de audiência, alcançando 13 pontos no Ibope. O resultado foi quase o dobro da concorrência no mesmo horário.

No dia seguinte a exibição da polêmica cena da novela "Avenida Brasil", a Globo Nordeste exibiu o Festival Promessas gravado em Recife.

Para Renato Vargens, a motivação da Globo em veicular músicas cristãs é meramente comercial, já que o mercado de CDs cristãos é um dos mais rentáveis da indústria fonográfica.

“É sabido que os evangélicos são os que menos pirateiam CDS e DVDS. Um público deste tipo é interessantíssimo, o que contribui para o desejo platinado de adentrar em um mercado tão promissor”.

Alguns números de vendas de artistas evangélicos mostram a força desse mercado. Somente a cantora da Assembleia de Deus, Cassiane, vendeu 2 milhões de cópias de um único ábum, “Com Muito Louvor”.

Também André Valadão, Ludmila Ferber, Fernanda Brum e Fernandinho chegaram à marca de 1 milhão de CDs vendidos ao longo de suas carreiras.


Fonte: http://folhagospel.com/modules/news/article.php?storyid=22432

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Cristofobia: Perseguição contra cristãos em países islâmicos é destaque na Revista Época

Cristofobia: Perseguição contra cristãos em países islâmicos é destaque na Revista Época
A Revista Época publicou uma matéria na qual destaca a perseguição sofrida por cristãos em países de maioria islâmica como na África Ocidental, no Oriente Médio, no Sul da Ásia e também na Oceania.
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O texto foi assinado pela pesquisadora Ayaan Hirsi Ali, nascida na Somália, e que hoje vive na Holanda. Hirsi Ali falou em seu texto sobre a situação vivida pelos cristãos em lugares onde a liberdade religiosa é combatida com armas, bombas e muita violência, e lembrou os diversos ataques sofridos por cristãos em países como a Nigéria, onde o grupo extremista Boko Haram já matou dezenas de pessoas desde o começo desse ano.
Além da Nigéria, foram destacados também problemas do Sudão onde, governados pelo regime autoritário do norte, muçulmanos sunitas atormentam as minorias cristãs e animistas do sul do país.
Segundo a revista, os extremistas usam as leis contra a blasfêmia como pretexto para empregar a violência contra minorias religiosas, valendo-se de assassinatos brutais, bombardeios, mutilações e incêndios em lugares sagrados.
A pesquisadora cita em seu texto o fato de que a mídia local desses países não divulga os casos de cristofobia, e afirma que a influência de grupos de lobby como a Organização da Cooperação Islâmica é uma das várias origens do problema que faz com que a constante matança de cristãos não seja divulgada.
Veja infográfico que retrata o mapa da violência contra os cristãos nesses países

Morre em acidente David Wilkerson, pastor americano e autor do livro A Cruz e o Punhal

Morre em acidente David Wilkerson, pastor americano e autor do livro A Cruz e o Punhal



O pastor David Wilkerson, 79 anos, fundador da Igreja de Times Square em Nova York, e autor de livros conhecidos como “A Cruz e o Punhal”, faleceu nesta quarta-feira em um acidente de carro numa rodovia do Texas. Seu carro perdeu o controle e se chocou com um caminhão que vinha no sentido contrário.
Sua esposa Gwen também estava no carro e foi levada para o hospital juntamente com o motorista do caminhão. Não há notícias do hospital quanto ao estado de saúde deles.
A notícia do acidente começou a se espalhar rapidamente na noite de quarta-feira em sites de redes sociais como Facebook e Twitter. Rich, um primo Wilkerson confirmou a morte no Twitter.”Confirmo que meu querido primo David Wilkerson perdeu a vida num trágico acidente de carro esta tarde. Suas orações são necessárias neste momento”, escreveu ele.
Wilkerson postou em seu blog um artigo datado de 27 de abril – o dia da sua morte. Intitulado “Quando tudo mais falhar”, ele incentivou as pessoas que estão enfrentando dificuldades a “permanecerem firmes na fé”.
“Para quem passa pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: o choro vai durar por algumas noites escuras e terríveis, mas em breve você vai ouvir o sussurro Pai:”Eu estou com você’. Amado, Deus nunca deixou de agir, sempre com bondade e amor. Quando tudo mais falhar, o seu amor ainda prevalece. Segure firme em sua fé. Permaneça firme na sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo.”
Wilkerson passou a primeira parte do seu ministério trabalhando em Nova York com membros de gangues e viciados em drogas, conforme relatou em seu best-seller A Cruz e o Punhal .
Em 1971, iniciou o World Challenge, ministério que cuidava de suas cruzadas, conferências, evangelismo e outras atividades. Em 1987 fundou a Igreja de Times Square, que hoje é liderada pelo pastor Carter Conlon e tem mais de 8.000 membros.
Wilkerson também fundou o Desafio Jovem, e um programa cristão para recuperação de jovens viciados.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/morre-david-wilkerson-pastor-americano-e-autor-do-livro-a-cruz-e-o-punhal/

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